Tita Ferreira -Leituras-

"I'm an idealist. I don't know where I'm going but I'm on the way" (Carl Sandburg)

Nota da Organizacao Anarquista Terra e Liberdade sobre as prisoes dxs lutadorxs e as persiguicoes politicas

Para muitos é uma surpresa assustadora que o momento de maior repressão política desde a instauração do AI-5 se dê no governo do PT. Para nós isso não é uma surpresa, é apenas a consequência lógica do jogo estatal, quem aceita fazer parte da farsa eleitoral, automaticamente se coloca ao lado dos torturadores.

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28 Julho 2014, Organização Anarquista Terra e Liberdade - OATL

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São tempos duros, companheirxs. É difícil encontrar as palavras que transmitam a nossa indignação frente às absurdas prisões políticas dxs lutadorxs, iniciadas no último 11 de julho.

Onde um Estado cujas palavras de ordem são a arbitrariedade e a violência, e onde a Lei é a inconstitucionalidade, para nós, que nunca acreditamos na Justiça burguesa, o que nos fortalece é o apoio mútuo e as redes de solidariedade axs presxs, foragidxs e aos seus familiares que se formaram em vários setores da sociedade civil. É urgente que façamos uma campanha anticarcerária nacional e forte, contra a criminalização dos movimentos sociais, dxs lutadorxs e das organização da classe trabalhadora, como também pelo fim imediato de todos os processos e inquéritos.

Para muitos é uma surpresa assustadora que o momento de maior repressão política desde a instauração do AI-5 se dê no governo do PT. Para nós isso não é uma surpresa, é apenas a consequência lógica do jogo estatal, quem aceita fazer parte da farsa eleitoral, automaticamente se coloca ao lado dos torturadores. Um exemplo é o atual secretário de segurança pública do Rio, que era agente infiltrado da ditadura no movimento estudantil e, assim como todos os torturadores e outros crápulas do regime, continuou seu trabalho sem grandes mudanças sob o dito regime democrático. A farsa da redemocratização está escancarada, a mesma PM que matava em na ditadura civil-militar é a que mata hoje, que é a mesma que matava na ditadura varguista que é a mesma que matava com Arthur Bernardes, que é a mesma que caçava escravos fugitivos e índios rebeldes. A repressão não surgiu em 64 e não acabou em 85.

Nos marcos desse exemplo histórico de caçada aos movimentos reais de luta do povo, hoje as organizações anarquistas voltam a ser criminalizadas, como foram desde o acenso do movimento operário anarquista brasileiro, na década de 1920. Xs anarquistas sempre estiveram organizadxs atuando como fomentadorxs da luta do povo, desde os lugares de trabalho e moradia, contra o extermínio do Estado e contra exploração de classe. Nós anarquistas éramos e somos um perigo para o poder constituído, pois defendemos a negação deste – o poder popular -, que não é obra de líderes, mas sim de um trabalho árduo e contínuo de mobilização e de luta ao lado do povo, incentivando sua ação direta e sua organização revolucionária contra o Estado e por um mundo novo, justo e livre. É essa a Justiça que queremos, a que o povo faz na sua luta, onde o povo decide e onde ninguém fica para trás. O poder popular nega o Estado e constrói toda a organização social de forma federativa e de baixo pra cima, toda propriedade é coletivizada e o povo reparte entre os trabalhadorxs o fruto de seu próprio suor. Sem patrões, políticos enganadores, corruptos ou corruptores, sem depender dos mandos do capitalismo financeiro global. Carregamos um mundo novo em nossos corações e com Terra e Liberdade nós construiremos a Comuna Popular do Rio de Janeiro.

Nos termos do Estado burguês, isso é um absurdo e por isso a perseguição ao anarquismo é necessária. É preciso marcar a carne de toda uma geração com a passividade que eles tanto prezam, amedrontar a juventude combativa com prisões « exemplares ». Mas, nós atingimos a espinhal dorsal da reação, na sua crença de que não há saída para a política, para nossas condições materiais e sociais. O levante popular de 2013 levou ao desespero todxs aquelxs que buscam manter a ordem atual, trazendo consigo uma nova materialidade política, novas lições estratégicas, novas possibilidades de vitória.

Solidarizamo-nos a todas as organizações e lutadorxs que estão sendo criminalizadas por meio desse sádico espetáculo policial-midiático, pois sabemos que o objetivo de toda essa perseguição é reprimir a quem luta e quem acredita que é preciso dar um BASTA à exploração de classe e a todas as opressões. Perseguem-nos porque denunciamos o papel nefasto que cumpre as polícias, porque estamos cansados de ser esculachados perdendo casa, escola, hospital para que meia dúzia de capitalistas lucrem durante os dias de Copa do Mundo!

Xs militantes da OATL têm participado, a cada dia, da organização do povo. E sabemos que não somos só uma organização! Somos o povo revoltado, somos o povo que não vai se calar! A OATL estará na rua, porque o povo estará. Não tem Estado ou Burguesia que possa conter a legítima revolta do povo, pois eles mesmos provocaram essa revolta! A longa experiência amarga do povo fez com que ele mesmo criasse suas armas de autodefesa e resistência. A ação direta, as ocupações, as comunas, as greves e os atos de rua não foram invenção dos anarquistas, mas do povo em luta contra as opressões. Não somos nem nunca desejamos ser os responsáveis pela revolta popular, somos mais um na multidão indignada.

É intolerável que deixemos passar o terrorismo de Estado que mata todos os dias o povo negro e com a mesma brutalidade se volta contra xs lutadorxs sociais. Estamos ao lado do povo! Criminosas são as leis que defendem os inimigos da classe trabalhadora. A criminalidade está na cor que colore nossos corpos, negros na pele, negros na bandeira, negros no coração. Quadrilha armada é o Estado e o Capital que se utilizam de métodos fascistas de controle de nossas vidas com escutas, agentes infiltrados e quebra de privacidade das comunicações, perseguição, coação e tortura aos familiares dxs presxs e foragidxs! Os crimes quem os comete são as grandes corporações de mídia, os governos federal, estadual e municipal! Não se pode criminalizar um povo que se rebela e se organiza contra a exploração e a opressão de todos os dias. Não se pode criminalizar a justa revolta do povo!

E frente a toda essa ofensiva repressiva, concluímos que o único crime é NÃO LUTAR! É preciso que nós tomemos novamente as ruas! A pressão popular é fundamental para desarticular a máquina repressiva do Estado, denunciar o espetáculo forjado pelas grandes mídias para confundir-nos, alienar-nos e convencermos de que a luta não leva à mudanças. Convoquemos nossas organizações, coletivos, órgãos de base, grêmios, equipes esportivas, grupos de advogadxs, associações de bairro e toda a sociedade civil. Publicizemos nosso apoio, denunciemos o terrorismo de Estado e, sobretudo, saiamos às ruas!

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LIBERDADE PARA TODXS PRESXS E PERSEGUIDOS POLÍTICXS!

FIM DOS PROCESSOS POLÍTICOS!

NINGUÉM FICA PRA TRÁS!

O ANARQUISMO NÃO PODE SER CAPTURADO! TODO PODER AO POVO!

OⒶTL

Bakunin - Procurado por atos de vandalismo nos protestos do Rio de Janeiro

Em mensagens interceptadas pela polícia, Bakunin era citado por um manifestante e, a partir daí, o filósofo russo, morto em 1876, passou a figurar nos autos como potencial suspeito.

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28 Julho 2014PRO News

Originalmente publicada na Folha de São Paulo

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ACUSADA DE ARTICULAR ATOS VIOLENTOS, PROFESSORA DIZ QUE INQUÉRITO É FICÇÃO

Por 13 dias, a professora universitária Camila Jourdan, 34, permaneceu em uma cela no complexo penitenciário de Bangu, na zona oeste carioca. Ela uma das protagonistas do inquérito com mais de 2.000 páginas, produzido pela Polícia Civil do Rio, que, sob a classificação de “quadrilha armada”, responsabiliza 23 pessoas pela organização de ações violentas em protestos.

“Do pouco que li, posso dizer que esse processo uma obra de literatura fantástica de má qualidade”, definiu Camila, Folha, no sábado (26), dois dias após conquistar sua liberdade provisória.

Ela cita o teórico do anarquismo Mikhail Bakunin, ao falar sobre a fragilidade do inquérito. Em mensagens interceptadas pela polícia, Bakunin era citado por um manifestante e, a partir daí, o filósofo russo, morto em 1876, passou a figurar nos autos como potencial suspeito.

Por volta das 6h de 12 de julho, véspera da final da Copa, três policiais civis invadiram o apartamento da professora, que estava acompanhada pelo namorado, Igor D’Icarahy, 24, com mandados de prisão contra ambos.

De acordo com o inquérito, os agentes encontraram uma garrafa com gasolina, uma bomba de fabricação caseira e outra conhecida como “cabeção de nego”. Em diálogos grampeados, Camila faz referências a “livros” e “canetas”, que, segundo os investigadores, seriam respectivamente coquetéis molotov e rojes.

Camila se recusou a falar sobre provas contra ela por orientação de Marino D’Icarahy, seu advogado e pai de Igor, que diz que as provas foram plantadas pela policia.

LÍDER “FABRICADA”

Às referências constantes a seu nome no inquérito, Camila atribui uma razão: “existe uma necessidade de se fabricar líderes para essas manifestações. E quem se encaixa muito bem no papel da mentora intelectual? A professora universitária. Cai como uma luva, entendeu?”

Na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Camila Jourdan sempre foi associada excelência acadêmica. Um currículo “invejável”, segundo um diretor da UERJ. Formada em filosofia, concluiu o doutorado pela PUC-RJ, com direito a um período de estudos na Universidade de Sorbonne, em Paris. Sua tese foi sobre a obra do filósofo Ludwig Wittgenstein.

”uma excelente pesquisadora que se destacou por um trabalho original e muito sério”, avalia Luiz Carlos Pereira, seu orientador nas teses de mestrado e doutorado.

De família da zona norte, Camila neta de general. Seu pai morreu de câncer, quando era adolescente. Solteira, conta com o apoio da me para criar a filha, de 12 anos.

Classificada em primeiro lugar na seleção para professores da UERJ em 2010, ela atualmente coordenadora do curso de ps-graduação em filosofia. Diz no gostar da burocracia inerente ao cargo. Prefere a sala de aula.

A professora recorre ao filósofo francês Michel Foucault para explicar que sua formação acadêmica está dissociada de sua participação na OATL (Organização Anarquista Terra e Liberdade) e na FIP (Frente Independente Popular), grupos acusados no inquérito de promover ações violentas em protestos.

“Foucault diz que os intelectuais descobriram que as massas no precisam deles como interlocutores. No tenho autoridade para falar sobre a opresso de ninguém. O movimento no precisa de mim para este papel”.

Camila credita FIP o mérito de tirar das manifestações do Rio a influência dos militantes de direita e dos partidos de esquerda.

Define-se como anarquista. Começou a se interessar na adolescência. “Eu gostava muito de Raul Seixas e descobri que ele era anarquista. Ali decidi começar a ler sobre o assunto.” Aos 14 anos, saía para distribuir panfletos pregando o voto nulo. Sua estreia em protestos de rua foi no fim da década de 1990, poca das privatizações do governo de Fernando Henrique Cardoso.

O desempenho do governo Luiz Incio Lula da Silva reforçou suas convicções: “O Lula era visto como a esperança de mudança e fez um governo direita. Esfregou na cara das pessoas aquilo que os anarquistas sempre disseram: no adianta você mudar as peças do jogo se o problema o jogo.”

Ela considera o processo eleitoral, “viciado”, incapaz de provocar alguma modificação social ou política.

Atribui as ações violentas dos manifestantes a uma resposta truculência policial.”Existe o direito legítima defesa”. Rechaça a tese de que a baixa adesão às manifestações recentes se deve violência e aponta a maior conquista neste processo.

“Ninguém em sã consciência achou que junho representava um momento revolucionário. Foi importante no sentido do empoderamento da população. Isso nem esta tentativa de criminalização pode tirar.”

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“Judeu e muçulmano juntos contra o Sionismo.” [Unio Mystika]
 
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Judeu e muçulmano juntos contra o Sionismo.” [Unio Mystika]
 
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Mortos sem sorte

Gaza: el heroísmo de la gente común

Hablar del silencio y de la falta de conciencia del mundo tampoco tiene sentido: todo se ha dicho hace mucho tiempo. Es más, tampoco tiene sentido hablar de los crímenes del Estado de Israel y de los crímenes de guerra cometidos contra la población civil: todo se ha dicho también hace mucho tiempo.

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Escrito por Hassan Khader

27 Julho 2014, Gilson Sampaio

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La única cosa de la que vale la pena escribir es sobre el heroísmo de los 1.700.000 residentes mortales, de carne y hueso, de la Franja de Gaza. Son hijos e hijas, hombres y mujeres, padres y madres, de edad mediana o ancianos, enfermos, bebés, jóvenes, niños y niñas, adolescentes, pobres y ricos. Todos, sin excepción, pueden morir una muerte absurda, sin sentido. Ninguno de ellos sabe cuando y, sin embargo, el estruendo de los bombardeos, lejos y cerca, hace que la muerte sea una posibilidad cada vez más probable.

No hay heroísmo en la guerra o la muerte. Sin embargo, la espera de la muerte es mucho peor que la muerte misma. El verdadero heroísmo está en las acciones cotidianas de los 1,7 millones de personas, las veinticuatro horas del día, siete días a la semana, sesenta minutos por hora, y sesenta segundos por minuto, en su lucha por sobrevivir, por seguir con vida sin perder la razón, o perder de vista esa fina línea que en ciertos momentos separa al hombre de la bestia.

Las casas en Gaza no tienen habitaciones de seguridad, ni hay refugios en los que la gente pueda esconderse, ni sirenas para advertirles que se acercan los aviones de combate, ni “Cúpula de Hierro” ni sistemas de defensa antiaéreos. No tienen equipos médicos equipados con dispositivos sanitarios de última generación, ni todos esos equipos y tecnologías diseñadas para salvar vidas, tratar a las víctimas traumatizadas por los bombardeos y proporcionar ayuda humanitaria y protección social.

Cuando una casa se ​​derrumba y sus habitantes mueren, el problema desaparece. Sin embargo, cuando una casa se ​​derrumba y los habitantes sobreviven, les espera una nueva tortura: tienen que buscar refugio indefensos y desnudos.

Un millón setecientos mil seres humanos, de carne y hueso, indefensos y desnudos bajo un cielo de hierro, con la tierra ardiendo bajo sus pies. Hablar de impotencia árabe no tiene sentido, todo lo que se podía decir se ha dicho hace mucho tiempo. Hablar del silencio y de la falta de conciencia del mundo tampoco tiene sentido: todo se ha dicho hace mucho tiempo. Es más, tampoco tiene sentido hablar de los crímenes del Estado de Israel y de los crímenes de guerra cometidos contra la población civil: todo se ha dicho también hace mucho tiempo. Términos tales como impotencia, falta de conciencia, silencio y crímenes son la “comida rápida” del escritor, del analista y del comentarista a los que tienen que recurrir cuando están obligados a escribir sobre algo que ya ha agotado su arsenal de vocabulario, un tema sobre el cual ya se ha dicho todo lo que habían pensado en forma de análisis, explicación o comentario. Nada nuevo se puede decir sobre la cuestión de por qué y cómo la actual guerra contra Gaza es diferente de la que la precedió y, lo más importante, la guerra por venir dentro de un año, tal vez más tarde, o quizás antes.

Todo esto no significa nada para el millón setecientos mil seres humanos que se despiertan cada mañana sin nada que les garantice que no será su última mañana, sin nada para tranquilizarlos al caer la noche de que vivirán para ver amanecer un día más.

En realidad, la gente no es consciente del terror y del miedo hasta que han recuperado el aliento. Es entonces cuando se puede hablar del sentido de la vida en el infierno y descubrir el heroísmo de la vida cotidiana, todos, todos los días, en el devenir banal y efímero de lo cotidiano. Lo heroico es comportarse y hablar normalmente, la charla común de una madre y sus hijos a la sombra de la muerte potencial. Lo heroico es la valentía de los padres que observan a unos hijos e hijas que no pueden proteger de una muerte previsible, sin dejar de intentar preservar una parte de lo que les queda de autoridad paternal.

Todos hemos caído, en una medida u otra, en la trampa de las narraciones heroicas que convierten a simples mortales en símbolos y tema de propaganda de la importancia de la cuestión nacional. Nunca nos dimos cuenta de que esta trampa roba a estos simples mortales de su derecho a ser héroes, un derecho que pierden cuando se convierten en símbolos y dejan de ser seres humanos ordinarios. El significado auténtico y heroico de su existencia no se pone de manifiesto a menos que se mantenga su simplicidad: el hecho de que son simples mortales. Cuanto menos política haya por medio, más fácil será comprender su humanidad.

Pronto todo habrá acabado.

Y antes de que termine, los condenados a morir morirán, y los demás vivirán, sin razón aparente en ambos casos. Y pronto los expertos y los comentaristas olvidarán todo lo que ha sucedido, porque otras cosas pasarán en otro lugar, cerca o lejos, y los nuevos espectáculos de la muerte en otra parte ocuparán las pantallas de televisión. Los corresponsales de las agencias de noticias viajarán a otros lugares, al igual que los reporteros y los fotógrafos, y los portavoces estarán temporalmente sin trabajo.

Mientras tanto, un millón setecientos mil personas emergerán de las ruinas para respirar un aire lleno de pólvora, caliente y polvoriento, rodeados de muertos sin suerte. Y una vez más usaremos los mismos clichés gastados y los marginaremos, y nos olvidaremos del heroísmo de la gente común. Hasta nuevo aviso.

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Hassan Khader es periodista y escritor palestino.

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“O exército israelense, o mais moderno e sofisticado do mundo, sabe a quem mata. Não mata por engano. Mata por horror. As vítimas civis são chamadas de “danos colaterais”, segundo o dicionário de outras guerras imperiais. Em Gaza, de cada dez “danos colaterais”, três são crianças.” [Eduardo Galano]

Unio Mystika - Garis Insurgentes
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"A música é dedicada a todo o mundo sindical, destinada à toda a classe trabalhadora e a todos os povos que integram a sociedade, é um apelo à necessidade de organização, autonomia e combatividade de cada indivíduo para serem eles mesmos os protagonistas da mudança e da criação de alternativas às atuais estruturas de trabalho, mercado e organização social, para que sejam eles a ruptura.
A música é muito mais do que um chamado à consciência de classe e emancipação dos subalternizados, é um grito à destruição de privilégios, abolição de classes, hierarquias, esquemas patronais, governos, Estados ou qualquer fragmento de entidade exploradora existente. É um grito de um outro mundo possível, onde a liberdade, igualdade e fraternidade esteja sempre acima e a solidariedade e cooperação em um comunitarismo mutualístico estejam centralizadas pela autonomia dos povos.”
 
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Unio Mystika - Garis Insurgentes

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"A música é dedicada a todo o mundo sindical, destinada à toda a classe trabalhadora e a todos os povos que integram a sociedade, é um apelo à necessidade de organização, autonomia e combatividade de cada indivíduo para serem eles mesmos os protagonistas da mudança e da criação de alternativas às atuais estruturas de trabalho, mercado e organização social, para que sejam eles a ruptura.

A música é muito mais do que um chamado à consciência de classe e emancipação dos subalternizados, é um grito à destruição de privilégios, abolição de classes, hierarquias, esquemas patronais, governos, Estados ou qualquer fragmento de entidade exploradora existente. É um grito de um outro mundo possível, onde a liberdade, igualdade e fraternidade esteja sempre acima e a solidariedade e cooperação em um comunitarismo mutualístico estejam centralizadas pela autonomia dos povos.”
 
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